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O sol aberto em teia branca de aranha incidindo sobre o discurso verde da erva que sobe na sebe mesclada à grade sobre a muralha - teia alva com tear natural da aranha espalhada pela liana na sebe ali sebosa ( sebo de aranha e sebe é de sete vezes sete proporções ou por porções ou poções de bruxa escaldada ) Sol branco da manhã com vento a galope no cavalo baio em folha amarela de erva que sobe à sebe junto ao marrom mortuário de outras folhas e caule algo lenhoso O sol aberto em teia branca de aranha incidindo sobre o discurso verde da erva teia alva de aranha espalhada pela liana na sebe Sol branco da manhã com vento a galope no cavalo baio em folha amarela de erva que sobe à sebe junto ao marrom mortuário de outras folhas e caule algo lenhoso Sol artrópode cheio de tentáculos qual aranha entremeada e vista avistada em teia branca alvejante alvejado em discurso brando na sintaxe verde da erva que dana - daninha porém bem bonina para terra maninha
E uma nuvem branca logo a frente da aranha esbranquiçada que é o sol faz o olhar pensar que o sol é uma aranha cruzeira um aracnídeo e eu um homem com olho na teia da aranha solar debatendo-se na armadilha no aranzel da aranha com teia e manha tamanha
O que se sabe não se ensina porque não se sabe o que sabe o homem O que se sabe?! : - sabre! Sabe a sabre o homem de sabre em punho :
este o saber a sabre
pois o homem sabe a sabre O que se sabe sabe-se de sabre sabe-se do sabre - sabe-o o homem empunhando o sabre belicamente esportivamente furtivamente lucidamente
retórico...:
em guerra semiológica
O que se sabe sabre
ó Sabrina...
Sabina!
- Sabre
sabe
a rapto das Sabinas
Do repto...
Do sabre sabe-se muito e fundo em sal
salmoura
sanar
o que é sã
ou malsã
indo do santo
ao santarrão
do sábio
ao sabichão
com os salmos
e o salmista
a salmodiar
com a boca
a harpa
saltério
cítara...:
O homem
este
saltimbanco
O homem que sabe sabe apenas do sabre do sábio do sabá do salitre deitado no deserto de Atacama ( o Gigante de Atacama! ) Salar de Atacama com flamingos flamejantes qual quadro de Salvador Dali ali presente em pintura que sobe ao céu e desce às dunas... e há gêiseres canyons algaroba ( "Prosopis juliflora")
algaravia... do deserto de Omã - do deserto em Omã : um convite à solidão e à solitude em tudo que é atitude quitute e quibe ( quiabos! ) O sábio não sabe o que sabe - sabe o que é sabre sabe a sabre : Sápido insípido sapiente sapiência sapiencial sapo sapato... - gato e sapato: gato-sapato! ..e pato-no-pé : palmípede! - pé ante pé pé que pede palma...: Palmar!O homem sabe a sábio sabe a sabre sabe a mar : a mar e amar Amar a forma - a forma redonda arrendondada rotunda da mulher! ao amar o mar na maré o amar a mar na ré da maré no dó em preamar...: amar! Amar muito amar! ainda que seja só e vagabundo pervagando de bar em bar no bar-bar do bárbaro sob o efeito do etanol!... Amar é muito de mar Vai de mar a mar vem de mar a mar até maré Amar o mar na ré remada da maré que a circunferência desenha na areia da face e da fuligem
O amor é um brado do mar :
preamar
me amar
te amar Mar que sabe a mar - sabe amar é mar de Omã Ó mar!... que sabe a sabre a mar e sangue amar no sangue derramando tragédia a mando de Omar Omã!... Oh! deserto de Omã - deserto de amar! em Omã no Enclave de Madha Enclave de Nahwa Península Arábica Estreito de Ormuz Golfo Pérsico... Ó mar de amar o mar até matar e deixar morrer em golfadas de sangue que aquecem o Golfo de Omã o mar Arábico onde está Mascate no sultanato de Omã antiga Satrapia do Império Persa A mar não é assim?!: - uma concha na mão da mulher que se ama no momento do amor em torvelinho inebriante redemoinho roda moinho de vento na teia da lua branca de nuvem - alva de nuvem no céu pelo azul pensante - pensativo meditativo que roda olho-pião de menino eterno terno ermo na ermida no ermitério da economia social cultural etnocêntrica antropocêntrica concêntrica... Amar é solidão compartilhada na gávea com uma gaivota de emoção entalada na garganta A contemplar com olhos d'água sal e sol o que parece infinito a mar perdido plagas e plagas ilhas e ilhas céus e mar a amar com todo o mar em ondas e pelicanos - tudo no amplexo do homem e da mulher que estão plenos no momento da paixão - no instante que perdura o amor que pára o rodopio e o pio da ave com frio e fio de neve na penugem nas rêmiges feitas ao feitio do remo que remo - e Rômulo! ( A economia do conhecimento e sabedoria do ser humano enquanto indivíduo e ser inserido numa sociedade e cultura que o contextualiza, ou escraviza, na maioria dos casos e vezes, ou seja, o ser humano enquanto centauro mítico em si firmado, constituído, assim como o é o direito, uma mera ficção dos povos, que transcende e ignora a realidade, o mesmo se dando com a filosofia e a ciência em seus fundamentos, não permite que o indivíduo, enquanto ser bipartido em sociedade ou reunido com outros indivíduos assim "centaurizados", ensine aos demais ou á comunidade o seu conhecimento e a sua sabedoria individual, que o grupo prefere ignorar e deixar em segredo, registrada apenas na história ( nos escritos que a posteridade lerá e revelará ou desvelará do segredo a que está segregado todo ser humano individual enquanto membro de um grupo social-cultural-econômico, sempre hierarquizado e proibitivo ao indivíduo no seu "santo dos santos", no qual somente podem penetrar os sacerdotes crédulos ou senão os mais interesses, os que guardam seus interesses antes dos interesses do grupo maior. esses interesses concernem e trazem privilégios aos grupos seletos, minoritários, minorias dominantes, que dominam ou são senhores pelo saber e conhecimentos que ocultam da maioria lesada nos seus direitos fictícios, que sempre serão, destarte, fictícios, pois esses fictício do direito da maioria é o real do direito das minorias sobrelevadas ao cume do poder ou de algum tipo de poder , como é o caso, por acaso, das elites sociais, políticas, econômicas, que constroem o mundo com as normas que pervagam em todos os contextos sociais, que suja a ciência ou outra atividade humana de menor importância e vulto. Aquilo que o indivíduo mais sabe e conhece de sua vivência pessoal, apanhado e suas circunstâncias ( no seus circo-círculo-circuito de ação vital e não apenas mental, racional ou emocional, que está impregnado pelo perfume contextual escravizante da cultura e das cercanias telúricas ou geoantropopolítica), esse saber-conhecer vital-circunstante o indivíduo é coagido a guardar a sete chaves para si e passar apenas por meio da história que vaza de seus escritos e que quando lidos, num futuro fático, imaginário, fictício, contextual, já estará ilegível graças ao caruncho e às traças contextuais-conceituais que devoram esse escrevinhar literário ou lido sob outros olhos, com outras células do tempo e do destino. Portanto, mercê deste contexto explanado supra, ninguém, nenhum indivíduo, exceto por meio das instituições que o calam ou o amordaçam ( a ciência, religião, empresas, direito e outras fábricas e matrizes do silencio social-socializante ), pode falar livremente e ensinar livremente o que mais sabe e conhece; ao contrário, do que está escrito em ouro, bordado em ouro frasal na ficção que é o direito e toda a ciência, ao individuo é facultado ensinar apenas o que ele menos sabe e conhece ou conhece pouco porque aprendeu de outrem, de outros indivíduos enclavados entre as paredes de instituições poderosas, como as universidades, que o emparedam e empalam de inúmeras formas : metafóricas e alegóricas, antes que ele, indivíduo, ouse afrontar as verdades constituídas fictamente pelo direito dos doutos e das empresas que tem interesses comerciais na fala do pobre "mestre" ou "doutor", ambos personagens do teatro na comédia da arte italiana posta em atos sociais diuturnamente, afim de que sobrevivam milionárias as grandes corporações e se calem para silencia os inocentes palhaços no palco e no "front" aonde foram enviados para morrer heroicamente e falar apenas por bufões, representando o douto e o sábio, que não são, em podem ser, porquanto se o fossem não aceitariam a postura dos parlapatões, enclavados nos válidos poderes, que o direito, ficticiamente, pois o direito é mera ficção da realidade em atos e fatos, só considera em três poderes ( sempre podres e dentro de odres eivados de mambas negras pronas para morder e matar Cleópatras temporárias ou temporais ou de têmpera, temperamento, temperamental e dióxida. ). Quem ensina ou escreve livros e tratados sobre economia continua pobre e ganha apena o dinheiro que colheu com os livros sobre economia, pois nada ou pouco sabe e conhece sobre economia, exceto a linguagem, no qual é "expert"; porém nada sabe da realidade economia e suas nuances, seus meandros, seus mercados negros e brancos, etc. Quem sabe e conhecer economia e mercado é o rico, o milionário e o bilionário; todavia, estes não escrevem livros para guiar o concorrente; antes, se os escrevem, é para vender e ganhar dinheiro graças à sua fama e prestígio adicional que a fortuna traz e para levar os concorrentes que o possam ler a caírem no abismo ou à bancarrota, pois concorrente bom é concorrente falido. Aliás, os concorrentes não os lêem, pois sabem que que conhece economia não passa esses saber e conhecer, mesmo porque existem muitas falcatruas e fraudes que torcem a ficção de interlúdio do direito e que são inconfessáveis ao público romântico e ingenuo, crédulos que pensam que alguém vai os levar á mina de ouro descoberta duras penas ou aos caminhos tortuosos que levam à riqueza "das Nações", de Adam Smith, um Adão na economia, enquanto obra arraigada no princípio da razão suficiente. Um motim contra a estultície reinante ( o rei cabe sempre todo tolo na fábula do filósofo cínico : nu em pelo real, pelagem animal, mas pensando estar vestido regiamente, majestaticamente, mormente aos olhos dos cortesãos e outros bajuladores, os quais ganham a vida com a lisonja, ó Menipo, quanta Menipéia grassa solta sem asa de corvo, gralha! : pombo sem asa!...após o tiro e queda livre no espaço anageométrico do anjo decaído no mito trágico de Nietzsche, o filósofo trágico, que percebeu na arte da tragédia um "pathos" filosófico como nunca dantes ocorreu aos pré-socráticos, nem mesmo a Heráclito, o Obscuro). Aprendemos com os charlatães, porquanto são eles quem sustem a sociedade; as pessoas inteligentes de fato são tão raras quanto o conhecimento e a sabedoria : em 99% das pessoas encontramos 1% apenas de seres humanos inteligentes; os demais são bichos de fábulas inventadas por filósofos e poetas procurando motivos para rir dos papalvos. Contudo, quem são tratados zoologicamente são aqueles que possuem ou ostentam alto quociente intelectual em meio á bicharada furibunda e invejosa, senhores de seus sete pecados capitais e coisas tais e quais. A sociedade é feita para atender aos estúpidos e inválidos e crucificar os Cristos, que sabem a sabre o modo de reverter a invalidez ; no entanto, jamais, Cristo algum, logrou banir da face da terra a estupidez, que é a pior e, quiça´, única invalidez permanente e prejudicial. Não que todas as pessoas, sem excepção, nem mesmo dos excepcionais, para cima e para baixo, não sejam todas, individualmente, muito inteligentes, mas sim que a estupidez é um filtro para a inteligencia. Só isso, nessa simplicidade assim tão humanamente, demasiadamente humana, ao gosto de Nietzsche, filósofo, filólogo de gênio e estro poético. Rapsodo passarinheiro.)